domingo, 26 de outubro de 2008

O Fotógrafo


Eu vi a Isabela Fiorentino dizendo em uma entrevista que, até hoje, meses depois do seu casamento, quando vê o vídeo e as fotos, ela chora de emoção e parece que vive aquele dia novamente.
É justamente isso que queremos do nosso álbum e vídeo.
Bom, Campo Grande possui diversos profissionais, nada comparado com São Paulo ou Rio, e para decidirmos pelo profissional de “foto & vídeo” visitamos alguns estúdios.
Claro que tinha o profissional “tem que ter”, mas, antes dele, conhecemos os trabalhos de outros.
Estúdios bonitos, gente falante, cada um demonstrando que o seu é o melhor trabalho da cidade, que o preço vale pelo nível das fotos, e blá, blá, blá...
Aí, fomos lá no “tem de ser ele”.
Primeiro choque, o local. O MP não queria nem descer, não acreditou que naquela lojinha estaria o melhor profissional da cidade.
Aguardamos em uma ante-sala antiga, com cheiro de mofo, e vimos alguns álbuns bonitos, e o MP continuava descrente.
Finalmente ele nos recebeu, muito simpático, mostrou no computador a sua “mágica” e o poder do photoshop.
Resumirei em uma frase no MP, ao sairmos de lá: “A gente não precisa emagrecer, não vai precisar fazer nada, ele ajeita tudo nas fotos, vamos parecer 15 quilos mais magros, pele perfeita, sorriso branco...”
Realmente, ele faz tudo parecer lindo, a igreja, a festa, os noivos, os convidados, tudo fica maravilhoso!
Entretanto, o que nos decepcionou mesmo foi o preço.
Tudo bem, o trabalho é excelente, mas, 02 fotógrafos mais a filmagem custaria quase o mesmo que a decoração da igreja e do salão da festa, ou seja, bem acima do que planejávamos.
De todos os que visitamos, disparado foi o mais caro.
Depois, a Renatinha, minha guru, contou que o fato dele se tornar o “tem que ter” inflacionou demais o preço, triplicando o que ele cobrava até pouco tempo.
Já outro, também muito conceituado, e que tem um estúdio bem arrojado, e com um preço só “um pouquinho salgado”, perdeu ponto pela agenda lotada.
Ele tinha disponibilidade para a data do nosso casamento, mas, sabe quando você é apenas mais uma entre tantas outras que desejam o trabalho dele? Então, foi essa a sensação que tive. Não nos identificamos em nada, apesar do portfólio ser sensacional.
Aí, surgem aqueles dicas que tornam tudo mais fácil.
O meu primo Claudio há tempos utiliza os serviços do Gerson, da Talentos. Ele fotografou o casamento, a posse (o Cláudio é promotor de justiça) e o aniversário da Maria Clara (filha dele e minha daminha).
Inclusive, uma das lembrancinhas da Maria Clara era um porta-retrato muito fofo, com foto dos convidados, feita durante a festa.
Assim, conhecíamos a maneira que ele trabalha e o resultado.
Primeiro fui visitá-lo com minha mãe, e a identificação total, tanto minha quanto dela.
Uma das coisas que eu mais gostei foi o fato dele desejar também fotografar o “dia do noivo”. Achei o máximo! Pode parecer besteira, mas foi o único que sugeriu isso.
Fora uma foto da entrada de uma daminha na igreja. Ele captou ela de costas, no nível do tapete... uma coisa muito fofa...
Quanto ao preço, na boa, excelente! Muito em conta, perto dos que visitamos.
O MP também quis conhecer o trabalho dele, porque o maior medo era pagar barato por um profissional não tão “de ponta”. Afinal, depois de tudo, as fotos é que vão contar a história.
Mas, as dúvidas dele foram embora assim que viu o trabalho do Gerson.
Todos os demais profissionais com quem vamos trabalhar também elogiaram o serviço dele, e isso dá muita segurança.
Ele é um cara dedicado à profissão, antenado, que comparece a todas as feiras especializadas (principalmente aqui em SP), e vai tentar ir para a feira internacional, no começo do ano que vem na Alemanha, ou seja, não é o preço dele que está barato, mas sim, os outros que estão “viajando”.
Fechamos com ele, mas também descobri outros profissionais que fazem trabalhos de qualidade e com preço justo.
Vida de noiva é assim, garimpar profissionais que nem sempre são os mais comentados.

sábado, 25 de outubro de 2008

A Organizadora


Eu já conhecia a Ika e não lembrava.
Estudei com a irmã dela, a Aline, além disso, é amiga da Clau Orsi, uma grande amiga minha.
Só na hora que entrei no escritório e vi as fotos é que me toquei.
Mesmo que você seja uma pessoa mega controladora, que acha que deve cuidar dos mínimos detalhes da SUA festa, pode ter certeza, vai precisar de uma organizadora.
Lembre-se: organizadora não é cerimonialista.
Mas, geralmente quem trabalha na organização, no dia “D”, com a ajuda de uma super equipe também cuida da parte do cerimonial.
E por que você vai precisar de uma?
Na boa, comece a imaginar quem você vai escalar para gerenciar questões referentes aos fornecedores, principalmente entregas, nos dias que antecedem e mesmo no dia do casamento.

Entre tantas outras coisas...
Sua mãe, sogra, tias, irmãs, primas, amigas... claro que podem cuidar disso, mas acredito que elas tenham o direito de se arrumar e aproveitar todos os momentos, ao invés de ficar cuidando de detalhes que muitas vezes são extremamente desgastantes.
Dias atrás lendo o blog de outra noiva, agora recém casada, ela contando um acontecimento muito chato no dia do casamento.

Enquanto ela estava se arrumando, o buquê foi entregue e, para surpresa dela, era bem menor e diferente do que ela tinha escolhido. Quem teve de ligar para a floricultura, tentar resolver e para piorar ouvir desaforo? A própria NOIVA!!!
Fiquei abismada como ela conseguiu lidar com a situação e encarar o problema. Sinceramente, não sei se teria o mesmo equilíbrio, para mim foi mais uma prova de que fiz a escolha certa ao contratar a Ika.
Além disso, organizadoras são excelentes companhias, amam conversar sobre o tema “casamento”, das novidades, do que não está na moda, etc.. O melhor é que sempre dão dicas e quanto melhor conhecer você e seu noivo, com certeza, mais fácil será para que as coisas saiam do gosto de vocês.
Além disso, o fato de você ter uma organizadora não significa que deixará de cuidar pessoalmente de alguns detalhes.

O detalhe importante é que a escolha deve ser minusciosa, ou seja, você tem de gostar da pessoa e confiar no trabalho que ela executará.
Eu estou feliz com a Ika, ela é super gente boa, organizada, falante, já está acostumada a lidar com noivas e mães de noiva.
Como eu, ela é bem agitada e falante, o que eu acho ótimo, pois, temos o mesmo pique.

Ao mesmo tempo, tem a fala calma e tenta o tempo inteiro manter você calma.
A impressão que tenho é que no dia “D” é ela quem fala pra noiva e familiares: “respira... inspira... isso... pronto”.
Começo a achar que toda noiva é neurótica...

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Wedding Plans


Voltei!!!


Depois de um grande recesso, estou de volta e muito a fim de contar as novidades.
Nós fomos a Campo Grande 02 vezes, em junho e agosto.

Foi ótimo porque decidimos várias coisas, como por exemplo, os Músicos da Cerimônia Religiosa.

O Alencastro é um músico muito conceituado: cantor, pianista, regente, gravou cds, cantou para o Papa João Paulo II.

Mas, nada disso importa, o que vale mesmo é que minha mãe o conhece desde criança, é fã do trabalho dele, e ele cantou no casamento do meu irmão.

Fora que, ela teria uma síncope se ele não cantasse no meu casamento.

Nossa primeira conversa foi simples, eu expliquei o conceito que buscamos para o casamento, falamos do que gostamos e o que não queremos na cerimônia, como por exemplo: trompetes anunciando a minha entrada.

Sim, eu sei que tem gente que ama, que muitos se emocionam... mas eu não quero.

Nem vou inovar, sim porque tem quem inove.

Eu vi um vídeo que a noiva entrou ao som de Also sprach Zarathustra, música de Strauss, mas que ficou mega conhecida mesmo como o tema de 2001 - Uma Odisséia no Espaço.

Para os noivos, com certeza, tinha um significado, no nosso caso, vamos ficar no tradicionar e vou ser anunciada pelos primeiros acordes da Marcha Nupcial de Mendelssohn.

Pois bem, a conversa com o Alencastro foi boa, reservamos a data, decidimos por ter todo o conjunto musical, que inclui a Patrícia (a parceira musical dele), cordas e tudo mais.

Ele passou preço, e mais pra frente decidiremos todas as músicas.

A melhor parte foi ver a felicidade da minha mãe, de que no casamento da filhinha dela, o Alencastro vai cantar.


domingo, 6 de julho de 2008

Bride Wars



Continuando a falar de filmes... o tema "casamento" está presente em vários lançamentos deste ano.

Casamento está na moda!

Vestida para Casar e Melhor Amigo da Noiva são alguns dos que já vimos.

Os mais recentes são: - Casamento em Dose Dupla, com a Liv Tyler, que, aparentemente, trata mais de "morar com a sogra", do que da festa; - Amar... não tem preço, com a Audrey Tautou, com inspiração no clássico Bonequinha de Luxo, e que parte da idéia de arranjar um ricaço para casar.

Ainda não assisti estas estréias, porém, acredito que não devem ajudar muito em idéias para festa.

Agora... vem ai... Casamento Brasileiro, que conta a história de uma suburbana que sonha em casar com o noivo. Até ai tudo bem, a "cereja do bolo" é a estrela do filme... Iris Stefanelli. Isso mesmo, a ex-BBB, atual TV Fama, e ainda conta com a participação de Rodrigo Fagundes, o Patrick (Olha a faca!!!), do Zorra Total. Tem tudo pra se tornar o novo clássico trash brasileiro, ao lado do já consagrado Cinderela Baiana, estrelado por Carla É o Tchan Perez. Se você ainda não viu, joga lá no youtube e descubra o que o Lázaro Ramos já fez para sobreviver... vida de ator não é nada fácil.

Voltando à realidade, esperado mesmo é o filme que já está em fase de gravação Bride Wars, com estréia prevista para dezembro de 2008 (lá fora né, aqui é lá pra março).

Este sim, vai ser uma delícia! A começar pela história: duas ex-amigas que se tornam rivais ao marcarem o casamento para o mesmo dia. A locação também é ótima: Nova York. E as tais ex-amigas são interpretadas pela fofa Kate Hudson e a nova queridinha da América e it girl de carteirinha Anne Hathaway.

Um filme que vai mostrar várias coisas de preparação de casamento! Ótimo! Mesmo com o lançamento em 2009, espero encontrar idéias para o meu, assim como achei no Sex and the City.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Sex and the City



Eu esperei chegar ao final do mês para tecer meus comentários sobre Sex and the City - O Filme.


Tem gente que não aguenta mais ler sobre o filme, até porque Sarah Jessica Parker invadiu a capa da maioria das revistas.


Entretanto, como fã da série e também do filme, não poderia deixar de dar minha opinião.

Além disso, estou sendo boazinha, pois, acho que já deu tempo para todo mundo assistir.

Pois, se você ainda não assistiu, também não vai se incomodar seu eu falar algo há mais. Na boa, se até agora não viu é porque não é tão fã das New York girls.

O filme é muito fofo, cheio de referências consumistas, etc... mas, fala de amor, de que nem sempre tudo é um "mar de rosas", da importância de um ombro amigo, do poder do perdão... ai, estou começando a ficar brega... vou terminar falando sobre o 2 Filhos de Francisco.

Continuando, muito me chamou a atenção a abordagem da questão "festa de casamento".

Os noivos mais badalados de Manhattan primeiro imaginaram uma comemoração íntima, para 75 pessoas, mas que acaba se tornando algo "pomposo", digno da Page Six, com uma festa para 200 convidados!!! Olha a diferença das festas brasileiras, foi a primeira coisa que o MP notou, afinal, aqui uma festa para esse número de convidados é considerada pequena, não íntima, mas nada grandioso.

Sim, Mr. Big, ou John, como acabamos por descobrir, queria Carrie, e queria fazê-la feliz e deixou ela livre para planejar o casamento, mas não gostou nada ao saber que seria uma big party.

Vejo muitas noivas planejando casamento com quase nenhuma participação do noivo... sinceramente, acho perigoso. Nada que leve o seu par a abandoná-la no grande dia, mas é preciso lembrar que casamento envolve mais de uma pessoa... não é a sua festa de 15 anos. É preciso que haja a participação dele, tudo bem que alguns não se sentem a vontade em conversar sobre a decoração do salão, etc... mas, pelo menos na decisão da lua-de-mel deve existir um palpite. Acho muito triste, a noiva decidir e pagar (sozinha) a lua-de-mel em Los Cabos.
Dica: o destino mexicano escolhido por Carrie, também é desejado por muito casais descolados mundo a fora, apesar de não se muito conhecido dos brasieleiro. Não é o primeiro filme em que vejo o local como locação romântica.
E os vestidos!!!!! Amei o ensaio da Vogue, todos os vestidos são lindo. E sim, eu gostei do Vivianne Westwood, que ela escolheu. Se você ainda não sabe... tafetá voltou com tudo! Não, que esteja entre meus tecidos preferidos, mas não há dúvidas que o vestido é lindo e que a tornou uma noiva única. Apesar disso, assim como a Miranda eu não tinha entendido que aquele arranjo na cabeça não eram penas e sim um pássaro. Um pouco demais... mas é o something blue, que tradicionalmente é usado pelas noivas americanas (assim como something old, something new and something borrowed).

E madrinha de preto!!! Tudo bem, em casamento americano não se usa pajens, casais de padrinhos, etc... como os brasileiros... mas foi legal mostrar que uma amiga vestida de preto no "seu grande dia" não significa que ela está triste com isso.

Agora, a filha da Charlotte a Lilly usou uma bolsinha, que se eu tivesse uma filha, eu também gostaria que ela usasse numa grande festa.. tudo bem que a cupcake coberta de Swarowski custa 4,2 mil dólares. Mas é um mimo!!!

Ah!!! E eu tive uma idéia para lembrança das madrinhas, que foi super aprovada pelo MP! Agora é buscar por em prática.

De qualquer forma, vale a pena assistir o filme e relembrar que o amor vale a pena sempre! E que festa de casamento boa é aquela em que você está cercada pelos amigos, mesmo que a comemoração seja um simples jantar com menos de 10 pessoas.

E muito importante: festa de casamento íntima, para pouquíssimos convidados está super na moda e mais chique impossível... Veja a "chefe" das It Girls...

sábado, 21 de junho de 2008

Encontros e Desencontros


Olá!

Estou há um bom tempo sem escrever... viagens profissionais, muito trabalho, uma gripe que não queria ir embora... mas não deixei de visitar todos os meus blogs e sites favoritos.

Vou atualizá-las contando do que aconteceu no começo do mês, quando minha amiga-guru Renatinha esteve em São Paulo.

Em uma semana fria, combinamos um jantar da mulherada da "Turma do Tereré" que estava em SP. Já que a Rê estava hospedada na casa de Jud's, marcamos um encontro em um bistrô na Vila Madalena, bem próximo a casa da nossa amiga (pra minha sorte devido aos acontecimentos).

Em semana de estréia do mais aguardado filme... Sex and the City, eu me inspirei, coloquei meu trench coat, e fui direto do trabalho, no melhor estilo Angélica (by taxi), parti de Moema direto para Vila Madá. Mandei uma mensagem pelo celular, informando que já estava a caminho, pois, estava em cima do horário combinado.

Assim, linda, leve e solta, entrei direto no Lola Bistro, afinal, nunca tive problemas em chegar sozinha em nenhum lugar, etc...

Bom, entrei e não encontrei nenhuma das minhas amigas...

No problem, elas estão atrasadas e o bar é meu lugar. Sentei, pedi uma taça de espumante, tirei o casaco, acendi um Marbolro e acionei o celular...

Sim, a própria mulher bem resolvida, aguardando as amigas.

Enquanto tentava encontrar alguém pelo telefone, reparei no local. Um charme, perfeito para um bate-papo com amigas ou curtir um jantar romântico. Era uma terça, estava frio, e as mesas estavam ocupadas por casais, grupo de amigas, um chefe com vários funcionários (parecia um advogado senior e seus pupilos e pupilas)... e só. Portanto, não me senti deslocada, no melhor estilo "Mulher solteira procura", pois não tinha nada a encontrar ali. Talvez, em um local de azaração, eu me sentisse incomodada.

E nada das amigas aparecerem, os celulares TODOS desligados... comecei a pensar se estava no local certo. Segundo o maitre era sim, apesar de não haver reserva em nome de nenhuma amiga... só do Túlio. Não, o tal Túlio não era meu amigo e nem estaria entre minhas amigas... Sei lá porque ele insistia em me dar a mesa do rapaz.

A única que estava com o cel ligado era a Ju Campos - também da Turma do Tereré e noiva, que mora no bairro, mas... que não iria ao encontro.

E eu lá, morrendo de fome e começando a me perturbar com a idéia de pegar um taxi de volta ao Klabin. Bom, o combinado era o MP encontrar com os amigos e depois me buscar.

Afastei a idéia de mudar os planos e fazer ele ir me resgatar, primeiro porque era muito looser da minha parte e eu queria muito encontrar a mulherada.

E o tempo passando... e dá-lhe espumante, Marlboro e o maitre me olhando com cara de dó... tipo... foi abandonada pelas amigas... eu fiz a egípicia enquanto pensava o que tinha acontecido com as 04 amigas. Quem me salvou foi Ju Campos, pois acho que eu ficaria lá até alguém ligar o celular, ou chegar em casa (os tels fixos também não atendiam) ou o MP chegar... ficaria bebendo... porque em um bistrô não tem o que ficar olhando, só casais, amigas... eu pareceria alguma psicótica, pois só sobra o garçon pra conversar.

Bom, como a casa de Jud's era a uma quadra dali, Ju Campos sugeriu que nos encontrássemos, pra ver se estavam lá, e dali eu iria com ela e o namorido para um outro bar, na Vila Madá mesmo.

Você pode estar dizendo: Que louca! Quando não achou ninguém no bar, que fosse direto pra lá.

Oi, te dou uma: é melhor ficar sozinha em um com uma taça na mão, do que na portaria de um prédio. Pois, eu tinha certeza que elas não estariam lá.

O momento Encontro e Desencontros: no fundo, a culpa toda é da Apple, que não deixa que o iPhone seja um aparelho desbloqueado, proibindo as pessoas que não moram nos Estados Unidos a usarem normalmente e através de qualquer operadora. É isso que dá desbloqueio de muambeiro... estraga o aparelho... no caso o iPhone da Clau.

Resumo: Renatinha e Cíntia estavam com o carro da Jud's (pra poderem cumprir a saga frenética de compras de qualquer campograndense em solo paulistano), e pegaram um mega congestionamento para ir buscá-la no trabalho. Avisaram Clau, que ficou de falar comigo e CONFIMAR (veja bem) se iríamos mesmo jantar. Os cels delas acabaram a bateria, e como essa mulherada tem medo de abrir o vidro do carro e comprar carregador veicular de ambulante de farol (é pra momentos como esse que eles servem), seguiram leves e soltas no caótico trânsito daqui... enquanto a amiga pirava no bistrô. Já o tal iPhone resolveu se revoltar contra a telefonia brasileira e não receber nem fazer ligação, enquanto a Clau congelava na portaria do prédio da Juds... poucos metros de onde eu estava. Bom, entre beber sozinha e fazer companhia ao porteiro... eu prefiro ficar onde eu estava.

Clau desistiu antes de mim, acabou não encontrando comigo e Ju Campos na porta, e enquanto pensávamos no fim que nossas amigas tinham levado, as outras chegaram. No final, ao invés do bistrô, ficamos na casa da Juds mesmo, tomando cerveja e falando de tudo ao mesmo tempo: casamento, festas, viagens, compras e tudo mais. Muito mais gostoso mesmo, matei saudades. Clau,você fez falta!

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Tendêêência

Eu destesto a palavra "tendência", ainda mais quando pronunciada: "tendêêêência" acompanhada de um ar blasé.

No mercado dos casamentos isso é bem comum.

Noivas e suas mães são um público alvo de alto potencial. Noiva quer tudo! A maioria começa não querendo nada, dizendo que não quer gastar horrores...porém, os detalhes vão aparecendo... é uma lembrancinha aqui, um docinho diferente, uma idéia original, e lá vai embora o dinheiro.

Além disso, é um mercado movido por emoção. Ótimo para os vendedores.
A noiva quer um casamento simples, original, ai, vai atrás do local, do buffet, e muitas vezes algo lhe é vendido como novo, como a "última moda", como "todo casamento legal tem de ter"... ai vem a famosa frase: "é a última tendêêência". Tradução: "TEM QUE TER".
O problema é que a tendêêência vem acompanhada de um preço salgado. Além disso, sempre há os profissionais que tentam impor que, um casamento só é realmente legal se tiver doces de tal lugar, se o vestido for comprado em tal loja, se a organizadora for a fulana e assim por diante.
Quem tem condições paga, e ai da mãe, do pai ou do noivo se questionar o investimento... vira uma guerra.
Quem não pode, sofre, fica angustiada e corre atrás de versões genéricas.
Hoje a noiva sonha com um vestido que é a sua cara (nada mais natural e óbvio), com um casamento realizado em um lugar bonito (também é óbvio), mas ai começa: independente de ter dj ou banda, tem de ter algo mais... ai vale: escola de samba (já tá meio last season), cantor de funk (coisa mais fofa a parentada unida na dança do créu), dupla sertaneja. Mas, os noivos nem gostam tanto... não interessa! É tendêêência! Tem de ser original!
E ai é, gelinho pra bebida que brilha, buffet de capiroska, chinelo para os convidados, bolo com topo de noivinhos engraçadinhos, macarons, lembrancinhas para animar a pista (óculos+chapéu+chocalho+boá), buque elaboradíssimo (que depois você desidrata, emoldura e bota na parede), site dos noivos, dança dos noivos (isso se o casamento não terminar durante as aulas para aprenderem a coreografia de tango que apresentarão no salão), buffet de comida japonesa e por ai vai...
Sempre há detalhes inusitados. Sei de um casamento onde montaram uma tabacaria, que além de charutos, oferecia 02 tipos de cigarros para os convidados. Eu não fui convidada, mas conheço o salão e sei que é fechado, imagina que coisa meiga, economizaram naqueles canhões de fumaça substituindo pelos convidados... só sei que tenho amigos que voltaram pra casa com estoque de marbolro para várias semanas (sim, eles davam o maço). Não ninguém da família dos noivos é sócio da Philip Morris... mas alguém falou que era tendêêência... então bora dar cigarro pro povo.
Pode parecer exagero, mas tem coisa que começa simples e vira obrigatório.
Exemplo: antigamente, quando um dos noivos tinha origem nipônica, o cardápio do casamento oferecia sushis e sashimis... hoje, quando você vai pesquisar preço de buffets, a grande maioria passa o preço para incluir uma ilha de comida japonesa. Ok, ok... mas eu sou sul-matogrossense (neta de um vô baiano, com várias tias e tios nascidos lá na Bahia) e o meu noivo é paulistano (filho de um potiguar), e mesmo assim em vários perguntaram se a gente não gostava da culinária japonesa. Como a resposta era afirmativa, a frase vinha: "Então... é tendêêência!". Sorry, eu não vou encarecer os gastos do meu casamento só por isso.
Mas ilha japonesa já é coisa do passado. O negócio agora é "finger food". Como disse uma amiga, finger food = coquetel de comidinhas. Nada de coxinha, risoles, mas sim cumbuquinha disso, colherzinha daquilo.
Até onde eu li, a idéia de "comida para se comer com as mãos" surgiu como opção para casamentos em que se deseja que os convidados circulem, onde há menos mesas e mais lounges... e também como opção mais em conta do que um jantar completo.
Que nada... hoje os buffets já oferecem "finger food" como entrada... porque é tendência. E aguardem... a Juliana Paes já anunciou que no casamento dela (que acontece este ano) não terá o jantar tradicional que foi substituído por "finger food" (a maneira correta de utilização)... podem esperar, vai virar febre!
Acredito que vai ser mais ou menos o que aconteceu com as famosas "havaianas". Várias reportagens dizem que, poucos eram os casamentos em que os chinelinhos eram oferecidos aos convidados de pés cansados, durante a festança, depois que Angélica e Huck deram havaianas com suas iniciais, pronto, item obrigatório!
Eu não consigo lembrar de um casamento em que fui nos últimos anos em que não me ofereceram anéis que brilham, peruca colorida, boá... Conheço uma noiva, de casamento próximo, que me contou que ela nem gosta desses penduricalhos, mas que todo mundo disse que tinha de ter, então, ela baixou na 25 de Março e comprou de tudo e mais um pouco.
Já não é tendêêência, é um clássico.
Uma coisa que tem me chamado atenção são os noivinhos no topo do bolo. Já vi coisas muito lindas, fofinhas, engraçadinhas, e coisas que não gosto, ou com carinhas que me assustam. Eu , por exemplo, não gostaria de estampar no meu bolo, o MP fugindo e eu segurando ele pelo casaco. Também acho que minha mãe não consideraria uma idéia elegante, nós dois dentro de uma banheira. Mas ai, é o gosto de cada uma.
Só que, eu vi na Vogue Noivas e no site da Constance Borges (que eu amo), uns bonequinhos da Lladró . Chiquééérimos.
Acho que no meu, os noivinhos serão eu, MP e o Walker (of course)... mas me fez pensar.
Eu devorei a Vogue Noivas em questão de minutos, de verdadeiro transe... e o que mais notei foi que, em casamentos famosos (ou it wedings), ou mesmo da high society, não havia muito das chamadas tendêêências. Aparentemente tudo combinava muito com os noivos.
Li em um dos muitos blogs que visito, uma noiva reclamando do preço absurdo cobrado por um buquet famoso (quem faz o arranjo tá super em moda, e buquet dela é tendêêência total). A noiva blogueira informou que não caiu de amores e não vai ter o tal buquet, e assumiu que se sente incomodada que no mercado de casamentos tudo começa com um preço de quatro dígitos. É isso ai, eu também me incomodo.
Na minha modesta opinião, não há nada de errado na noiva fazer questão de ter o tal famoso buquet, desde que o seu desejo não seja uma imposição do mercado que dita as tendêêências.
Pelo que eu tenho visto, casamento chique, tendência mesmo é ter um casamento que realmente seja a "cara dos noivos".

sábado, 17 de maio de 2008

A Saga do Apartamento






Já diz o velho ditado: Quem casa, quer casa.

E lá fomos nós procurar um local para chamar de nosso.

O MP adora estar mega informado antes de efetuar uma compra, imaginem então de um apartamento.


Começamos a analisar as vantagens e desvantagens de comprar um apartamento novo, começamos a ler sobre o boom imobiliário.


É claro que um apartamento novinho é muito bonito, você pode escolher cada detalhe, etc... mas, os que têm preço mais vantajoso são os com o prazo de entrega mais longo.


Os usados têm preço atraente, mas, o financiamento não é o mesmo, o condomínio geralmente é caro e o edifício nem sempre tem a mesma gama de opções que os novos. Fora que, se o prédio resolver passar por uma atualização (o chamado retrofit), em 99% dos casos significa que o condôminos vão ter de desembolsar alguma coisa.


Dúvidas e mais dúvidas.


Assim, começamos a peregrinação nos stands de venda.


Vocês não têm idéia de quantos já visitamos.


Os melhores são os que têm apartamento decorado, porque uma coisa é a planta, outra é ver ali, para ter uma idéia de como seria. Mas, muita atenção, algumas construtoras não muito sérias fazem o decorado maior do que o que estão vendendo. Por isso, trena neles!


Você visitar, perguntar, ler, torna você muito mais confiantes.


Com o crescimento do mercado imobiliário, muita gente resolveu trocar a verdadeira profissão pela de corretor. Nada contra, mas confesso que não deve ser nada fácil, mas, afinal, ganhar dinheiro nunca é fácil.


Há varios tipos de corretores, mas o interessante é que em alguns locais há mais corretores do que interessados, além de misturarem corretores da construtora com o da imobiliária, briga das grandes. Então, o corretor se torna vendedor de shopping chato. Ou seja, tentam distinguir quem é caroço (que está lá só para especular) dos reais interessados.


Para isso vale, desde olhar minusciosamente para as roupas e acessórios, perguntar profissão, até ser enfático e informar o valor da renda mínima a ser comprovada para conseguir adquirir aquele apartamento.


Heloooooooooooo! Então, informa ao departamento de marketing para colocar o preço já de cara nas propagandas, e não convidar a todos a conhecerem o empreendimento e dizer que com condições que cabem no seu bolso.


Tudo bem que que, nas propagandas que dizem, prestações a partir de tanto, basta ler as letrinhas pequenas no final do anúncio para saber o preço total do apartamento (todo anúncio que fala o preço de uma prestação tem de apresentar as condições de pagamento e preço, por isso muitos não colocam) e descobrir que aquele valor só vale para as unidades de andar mais baixo (geralmente só 1º andar) e daquele lado que mal bate sol.


Agora se você é alguém interessado não precisa ser produzir para conhecer um apartamento.


Lembre-se da velha máxima: o corretor está ali pra tentar lhe vendar, não é você que está implorando pra comprar, afinal há muitas opções no mercado.


O fato de você aprender sobre alguns quesitos básicos e novos itens que as construtoras têm a oferecer faz com que você seja muito mais respeitado pelo vendedor. Já encontramos corretores que entendiam muito menos da planta do que a gente, que perdemos tempo lendo o folder e estudando a planta.


Passado o momento conheça as vantagens, veja o decorado, eles vão lhe apresentar os preços, porque variam, não é só de unidade normal para cobertura, muda também de acordo com a face (norte, sul, 1, 2, etc..), condições e a pergunta: Como é que você quer pagar, posso reservar essa unidade pra você, basta um cheque...


Ai, você pensa: Calma!!


Não conheço ninguém que compra apartamento por impulso, um imóvel não é um belo sapato que muitas vezes não será tão usado para compensar o preço, o um modelito que daqui a pouco tempo vai ser so last season.


Nessa hora, uma pessoa como eu, pensa seriamente em abrir uma empresa de consultoria de vendas, para tentar ensinar os corretores a diversificarem ou mesmo diferenciarem a abordagem de venda. Porque parece que todos fizeram o mesmo curso. A ordem é a mesma: primeiro informar que aquele apartamento é o melhor, o mais moderno, o mais isso, etc...


Passamos por um supervisor que sentenciou: não havia empreendimento do nível do que ele estava vendendo que fosse melhor, e ainda disse: não há defeitos, não há nada a ser mudado nessa planta.


Nossa, ele foi dizer isso justamente para nós que estamos visitando várias coisas. Moral da história, teve de me ouvir discorrer sobre novos prédios, construtoras, diferenciais, e melhores plantas do que a dele. A parte de forma de pagamento, eu deixei para o MP enumerar. O cara ficou roxo.


Nós não vamos comprar porque ele tá dizendo que é a melhor oportunidade da nossa vida.


Na verdade, é a oportunidade dele ganhar mais um bônus, o primeiro a vender em um lançamento ganha um prêmio como um carro, e os 15 primeiros - por exemplo - uma comissão maior. Eu sei disso porque algum corretor novato me incluiu no mailing errado, ao invés de "compradores" no de "corretores". Assim, há cada lançamento ou nova campanha num empreendimento, eu sou informada do valor do incentivo pra quem vender primeiro, ou vender mais.


Nada mais justo alguém ganhar um prêmio por efetuar uma venda. Mas, para vender pra mim, vai ter que fazer valer.


Não somos uns chatos, mas é se formos comprar algo que vai demorar 10, 15 anos pra pagar, é preciso que seja um apartamento que seja o ideal para morarmos pelo menos a metade desse tempo (antes de partir para um melhor), ou mesmo, que valorize no caso de venda. Não é porque o vendedor disse que é uma oportunidade incrível que eu vou assinar.


Passada essa fase, vem o momento do "terror", ou seja, se não comprar logo vai ficar sem. É sempre a mesma coisa: blá, blá, blá...há poucas unidades, quase tudo já vendido.


Como assim, se faz duas semanas que lançou...


Faz algum tempo que começamos a procurar e sim, até hoje, todos, e eu disse TODOS, os vendedores nos ligam, mandam e-mail, melhoram proposta.


Sendo sincera, o preço não cai tanto, mas eles tiram uma gordurinha sim, oferecem mimos (como piso de madeira) e convidam pra tudo quanto é coisa.


Nos últimos tempos, recebemos convites para visitar novamente stand onde estaria sendo autografado livro do Amaury Junior (você ganhava o livro), para conhecer um outro com degustação de doces da Pati Piva, sábado passado era feijoada do Bolinha em outro, e por assim vai.


Não, nós não fomos em nenhum, falta de tempo e também, não são docinhos maravilhosos, ou mesmo um livro do apresentador da Rede TV, nem mesmo me empanturrando de feijão+torresmo é que alguém vai me convencer a comprar um apartamento.


Outra coisa, no decorado, lembre-se o seguinte, não é só metragem, tem a questão da decoração. Você fica encantada, mas tem de lembrar que eles não vão entregar assim pra você, vem no contra piso benhê e se quiser aquele piso lindo vai ter de pagar também, assim como os móveis, etc..


Nem sempre a decoração vai combinar com vocês, em outros vai ficar encantada, inclusive tenho a lista das decoradoras que eu mais gosto (sim porque eu já vi decorado ser muito mal aproveitado por causa de uma decoração duvidosa).


E o engraçado é que passado um bom tempo, eles ainda continuam insistindo pra gente comprar.


A melhor história que temos sobre isso é a seguinte: há um apartamento aqui no bairro que é o dos nossos sonhos. Não é barato, mas o preço dele é o mesmo de outros, em outras regiões que não são tão boas, e ele é bem superior aos outros. Só que, quando começamos nossa busca, já nos informaram que ele estava todo vendido e que as obras já se iniciariam, e ficamos suspirando.


Nem fomos atras, alguns dias atrás, um belo domingo de manhã, passeando com o Walker, eu e o MP estavamos em frente ao tapume comentando que aquele seria o ideal para comprarmos, falando sobre a localização, etc... O importante é dizer que não há mais stand de venda, só um tapume, já que as obras começaram. Nesse momento estava passando um senhor, que parou e nos chamou. Ele era um corretor de imóveis e disse que tinha sim apartamento pra vender ali, e no meio da rua começou a discorrer sobre as vantagens, condições de pagamento, e acima de tudo, disse que com certeza há possibilidade de a nossa forma de pagamento ser aceita pela construtora - mas nós nem falamos qual era!! Deixou um cartão e convidou para visitarmos outros empreendimentos também na região, blá, blá, blá...


Como já disse antes, nós não fechamos ainda, estamos procurando, vamos procurar mais, colocar todos os prós e os contras, ver novos, ver usados e assim por diante.



Hoje mesmo, passamos na frente de um que namoramos faz tempo, que é beeem caro e disseram que só tinha um no 2º andar... e não é que tá a placa lá de "apartamentos a venda" e com corretores de plantão... Não acredito que em pleno feriado mais de um corretor ficaria de plantão em um empreendimento que só um remanescente.


Vamos em frente, a saga continua

terça-feira, 13 de maio de 2008

As Ararinhas


Bom, eu resolvi colocar as fotos dessas duas ararinhas no blog.

Eu gosto muito da onça ai do lado, mas é o seguinte, as araras azuis são aves típicas do Pantanal.

No Pequi (também conhecido como Baianópolis - um vilarejo lá na entrada do Pantanal onde meus pais tem uma casa - de campo como diz a secretária da minha mãe... très très chic) sempre aparecem araras azuis, periquitos e os favoritos do MP: tucanos. Ele adora tucanos!

Eu gosto das araras azuis por uma característica bem específica. Elas gostam de viver em dupla, formam um casal e vivem juntos por toda vida, são extremamente fiéis, e, além disso, dividem os cuidados dos filhotes.

Sinceramente, é muito bonito olhar para o céu (porque elas fazem um barulho bem específico, fácil de identificar), e ver aquele casal voando junto. Eles fazem tudo junto, legal ...

Voltando à onça pintada, que eu também gosto, acho que ela não serviria muito para representar um casal, pois é arisca, solitária, noturna, só se aproxima do parceiro na época de reprodução, não gosta de jaula (fica agitada), e se precisar ficar presa, prefere uma coleira, mas detesta jaulas...

Passado o momento National Geografic, quero continuar falando dos detalhes, há tanta coisa a comentar... preciso comprar o livro “Sim! Case do seu Jeito!”, de Patricia Broggi e Carla Leirner, dica que eu vi no It Girls.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Detalhes e mais detalhes.... Os Doces



Eu leio muitos blogs de noivas... adoro ler matérias relacionadas ao assunto... cada dia eu conheço ou fico sabendo de uma conhecida que vai casar.
O tema anda em alta, e, como ensina Ale Garattoni, este é o ano dos it weddings, o que significa que virão por ai várias idéias para noivas que, como eu, ainda tem um bom tempo para preparar tudo.

Planejar um casamento é algo mágico, mas que pode se tornar angustiante (pelo menos para as noivas).

São tantos detalhes... eu não quero dar uma "Roberto Carlos", bicho! Mas...são os pequenos detalhes que tornam algo inesquecível.

E isso serve para quem deseja fazer um casamento "simples e pequeno", para quem pensa em algo "desencanado", ou ainda "inusitado", para as tradicionalistas... e para quem vai fazer um mega-bafo-it wedding.

Depois que você define data, igreja, local... começam os detalhes tão pequenos.

Em todos os blogs, eu leio sobre isso, pois, os detalhes acompanham os noivos desde o início da preparação.

Assim, cada época você está com algo em mente, tem quem está preocupada com é a música na cerimônia religiosa - sim, quem não está planejando um casamento nem planejou, não tem idéia que é preciso pensar nisso sim!

Para outra é o casamento na religião dos noivos - para as desavisadas eu informo: nem sempre noivos de religião diferente optam (ou podem optar) por uma cerimônia ecumênica, o que gera a realização de duas cerimônias de benção... se uma já é difícil, por mais simples que a outra seja... detalhes...margaridas... não é fácil.

E os doces? Cansei de ler sobre isso... e cada vez que eu leio, mais eu tenho vontade de conhecer os do Rio - eu me apaixonei, via site, pelos doces da Louzieh. Os blogs cariocas que acompanho, volta e meia falam dessa doceria. Pelo que já percebi, custam uma pequena fortuna, mas são tão lindos que tornam a mesa maravilhosa, e claro, tornam a vida de toda noiva um pouco mais difícil (ter ou não ter os doces mais finos da cidade??).
Isso porque ainda não comecei a visitar os locais daqui de SP. Eu tenho vários para visitar, já anotados na minha lista (em um pen drive tenho uma pasta "casamento", em que tudo está separado por item (flores, doces, lembranças, vestidos... até coisas menos específicas como idéias).
Há tanta coisa interessante: Peppermint Place (cada mini-bolo!), a Tereza Nigri (porque o doce tem de ser bonito por natureza), Carol Buarque (dá dó de morder) e a Nina Veloso (porque hoje, macarons são obrigatórios)... isso sem falar que até me São Caetano do Sul (o site deles tem uma calculadora para ajudar a calcular a quantidade necessária) eu acho gente que faz coisas lindas.

Vou parar por aqui porque ainda tem muita coisa, fora os locais lá de Campo Grande. Só lembrando que não cheguei na fase de escolher os doces, mas, com certeza, vou visitar todos esses e mais alguns.

Antes de mais nada, já aprendi que a melhor solução é comprar em 2 (ou mais) lugares diferentes, para ter os doces chiques e também os deliciosos, simples e bonitos, que preenchem a mesa e servem para todos devovarem.

No meu caso há mais uma questão: a remessa, porque mesmo sendo outono, Campo Grande é uma cidade quente e longe daqui.

Agora doces são um assunto que me interessa, mas... e as famosas forminhas??? Eu odeio forminha!!! São caras e para mim, inúteis, pois não gosto daquelas em forma de flor em que o doce some lá dentro.

Desculpem-me, mas é minha opinião, claro que tem quem goste (a maioria, já que forminhas são uma febre e alcançaram preço de doces), mas eu acho que o doce tem de ser bonito por natureza.... bem feito, pois eu sempre acho que qualquer "bicho-de-pé" fica bonito como miolo de uma bela rosa colombiana. Doce deve ser o principal e não o coadjuvante (quero docinhos a "La Marília Pêra recusando prêmio").

Você pode ler tudo isso e pensar: Nossa quanta piração por causa de doces! Ou: que bobeira comprar em lugares diferentes........

Claro que você pode simplesmente dizer: É o meu casamento! Uma data especial! Vou comprar os doces no lugar que eu quero custe o que custar!
Lindo! Se a mesa de doces não fosse apenas mais um dos detalhes. Você ainda tem várias coisas a resolver.. e se você não ligar para o preço de nada é capaz de fazer um casamento ridiculamente caro, independentemente da conta bancária, ou então, vai ter de cortar gastos em algo realmente importante, como vestido, decoração, ou mesmo viagem...rs...
Porque funciona assim: os noivos (na maioria das vezes, o noivo e o pai da noiva, pois sua mãe sempre estará ao seu lado...rs...) determinam o valor que custará o casamento, e, a não ser que você seja filha do Luiz Carlos Ewald (aquele senhor que aparece no Fantástico dando dicas de como economizar) ou tenha a assessoria da Anne Dias e do seu programa (Fique Rico - Canal Ideal), o valor irá subir e extrapolar em muito o que vocês gostariam.
Sempre surge um detalhe... se não são os doces, são os guardanapos, os anéis porta-guardanapos, a iluminação do jardim, os gelinhos... isso porque não estamos falando dos detalhes das daminhas, das lembrancinhas, do buquê, etc... são coisas que só uma noiva e sua mãe podem enxergar. Na verdade, o noivo também vê... mas na maioria dos casos (a não ser que o seu seja um metrossexual), você primeiro vai ter de falar e mostrar... e ai sim, os olhos dele se abrem e se encantam com o mundo de detalhes... e ele vai ficar embasbacado, achando que só a noiva dele pensa neste tipo de coisa.
E não me venham com essa história de que você é desencanada, ou repetir o mantra "prefiro gastar na lua de mel". Eu também prefiro, na verdade, todas nós preferimos gastar na viagem... mas, obviamente, nem que seja com "bolachas de chopp personalizadas" - (siiiiiiimmmm, porque também tem, e quer coisa mais linda? Seu noivo vai adorar!) você vai querer... e vai extrapolar... um pouquinho... ou não extrapolar, mas sempre pensar nas bolachinhas... ai, ai e os detalhes vão continuar...


segunda-feira, 5 de maio de 2008

Eu & Ana Maria

Olha, eu li em um dos vários blogs de noiva que acompanho sobre o tal "vírus do casamento", que faz você só pensar em casamento, coisas para casamento, e etc...
Eu e o MP não estamos assim no chamado "estágio terminal", mas não posso negar que esse vírus já começou a se manifestar.
Já temos a igreja marcada, o local da festa/buffet contratado (mais para frente decido o quê servir), o decorador... inclusive, o contrato chegou na véspera do feriado... muito legal você começar a verificar tudo que fará o seu dia acontecer.
Ai, dia 01, eu acordo, ligo a televisão e tá a Ana Maria (confesso, eu ODEIO o programa dela... mas adorei o quadro das noivas...rs...) debulhada em lágrimas , mostrando "ao vivo" o casamento que o programa acompanhou a preparação durante 06 meses.... Confesso... foi a Ana Maria lá, e eu do outro lado me acabando inteira de tanta emoção....rs... É que eles mostraram que o casal estava junto há 10 anos... que participaram da promoção, foram escolhidos pelo público, que o público durante todo esse tempo ajudou a escolher, desde a igreja, alianças, vestido, penteado, maquiagem, roupa do noivo... ou seja, tuuuudddooo. Eu nunca tinha visto o quadro, mas neste dia, teve um resumão, e eu vi tudinho... e gostei de tudo, inclusive achei muito legal a decoração que usava orquídeas e maçãs verdes.... justo eu me peguei num momento "La Raia/Frota".
Tudo bem que as frutas não estavam na igreja, mas no salão, e eu gostei.
O engraçado é que dificilmente eu conseguiria ver esse quadro, mesmo sendo um feriado. Quando eu acordo, ligo no Bom Dia SP, levantamos, banho, vamos nos arrumar, café, cachorro, etc... e tudo com a tv ligada, mas... quando começa a Ana Maria... um dos dois corre e tira... vai para a Record... sou obcecada por jornal da manhã... AMOO. Não fico sentanda vendo, vamos fazendo nossas coisas e só ouvindo. Inclusive, se não vamos sair, quando acaba o jornal da Record, eu vou para Globonews... para a reprise do Bom Dia Brasil.
Porém, justo neste feriado, eu adormeci depois que liguei a tv e acordei com a noiva. Assisti tudo... super emocionada, pensando que no dia 01 de 2009 eu estarei casando, tudo bem que não será de manhã, não vai passar na Ana Maria, e nem a Globo tá pagando tudo, mas mesmo assim, vai ser muito especial.
O MP também tem a síndrome, tudo o que ele vê na tv, sempre fala de noivos, casamentos... um sarro, ai ele me chama pra ver.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

A Igreja

A igreja nunca foi problema, pois será na Igreja que eu frequentei toda minha vida, onde fui batizada, etc... e que é muito linda, especial... já deu pra entender ?

Eu sou presbiteriana e algo que acho ótimo é que, ao contrário do que muitas noivas católicas passam, em igrejas evangélicas (batista, presbiteriana, etc...) não costumam acontecer 2 casamentos na mesma data (na mesma noite) em uma igreja evangélica.

Sim, a população católica do Brasil ainda é muito maior - pelo menos em números de casamentos...

Apesar da vantagem econômica de economizar na decoração da igreja (geralmente as noivas do mesmo dia dividem o valor), eu acho que não deve ser nada legal "dividir a igreja".

Tá certo que esse pensamento não é muito cristão... eu deveria achar bom dividir com o próximo...

Mas, já pensou se você quer uma coisa simples e a primeira noiva prefere algo ousado???

Já pensou se ela quer algo a "Raia & Frota"???

Porque uma coisa que me traumatizou foram as imagens da Igreja da Candelária decorada para o casamento dos dois. Frutas... muitas frutas.
Foi em 1986 e eu, criança, vendo na tv as imagens daquela igreja decorada com frutas, em um momento tropicalista... nunca entrou na minha cabeça como alguém poderia achar aquilo bonito... se eu não me engano, o responsável era um carnavalesco, ou algo assim.

Já pensou se uma louca resolve fazer um revival disso... justamente na mesma igreja e no mesmo dia do seu casamento... Nããããããoooo... é capaz de alguém ficar viúvo antes da hora, mas casar com igreja decorada com melancia e abacaxi, nem pensar...rs...

Quer casar com frutas? Casa na Taba, abençoada por um Xamã, ...

Na verdade, acho que, hoje em dia os padres (pastores, rabinos, babalorixás) não deixam mais que se cometam tamanhos absurdos.

Mas, volta e meia fico sabendo de noivas espertas que querem decoração cara mas que na hora de pagar tiram o corpo fora... sempre tem uma noiva esquentando a cabeça com isso.
Eu não estou preocupada não... na minha tá tudo certo.

2009 - Um ano ímpar... Em todos os sentidos

Nós decidimos que o casamento seria em maio e em 2009 - eu prefiro ano ímpar...rs... Brincadeira, não foi por isso, mas que eu prefiro ano ímpar, ah isso eu prefiro.
Não curto numerologia, não sou da turma da Madonna (= não estudo a Cabala), muito menos dos Cruiser (= cientologia), mas... como diria Rita Lee... ah ahhh são coisas da vida... e para mim, os anos pares são anos difíceis (não significa que sejam ruins).
Isso começou lá em 1990 (que por sinal foi um ano maravilhoso), e eu estava na sala de aula, conversando com meus amigos, e quando comentamos sobre algo difícil pelo o qual um de nós estava passando, um colega disse: "É o ano par..." E passou a discorrer a "Teoria do Ano Par".
A partir daquele momento, tudo passou a fazer sentido pra mim, e a culpa de muitas vezes eu passar por mudanças difícieis, perdas, etc... etc... etc... tudo passou a ser culpa do ano par!!
Call 911!!!!
Brincadeira, eu não me identifico com o personagem do Jim Carrey em Número 23, e não mudaria alguma coisa por causa do ano terminar em número par ou ímpar... mas sempre que algo acontece é claro que a culpa é do ano par...rs...Voltando ao casamento.... decidimos casar em 2009.
Faltam mais de 12 meses para a data, tudo parece tão distante, mas para quem é entendido do assunto casamento, sabe que quanto antes iniciar o planejamento, melhor será.
Em pleno janeiro, primeira semana do ano, começamos nossa "saga" de escolher o local da festa.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Mato Grosso DO SUL!!!



Não, nós não vamos casar em uma fazenda no meio do Pantanal.


O casamento será na capital do Mato Grosso do Sul (nunca chame MS de Mato Grosso... Cuiabá é a capital de lá... se você não sabe a diferença, é porque não estudou geografia direito).


Para nós, sempre foi um pouco óbvio que o casamento seria na minha cidade.
Minha família é de lá, todo final de ano e em vários feriados estamos por lá, temos grandes amigos na cidade. Além disso, a família do MP é muito pequena, então, ir até lá se tornou mais atrativo do que vir pra cá.
Fora que em São Paulo tudo é mais caro. Há muito mais opções, mas também tudo seria tão impessoal, em CG eu tenho minha mãe para me ajudar a cuidar de tudo...rs...
Além disso, é uma boa oportunidade para divulgar meu Estado, para meus amigos de fora conhecerem a cidade, etc...
Baseados nisso, concluímos que deveríamos marcar a data em um feriado, para que as pessoas que moram em outros lugares não tenham dificuldade em comparecer.
Ai surgiu o mês de maio... não é porque "tradicionalmente" é o mês da noiva, simplesmente porque é o mês de aniversário do MP e achamos legal comemorar em plena lua de mel.
O que eu não sabia é que em 2009 seria O MÊS dos casamentos, pelo menos, em Campo Grande.

Guru


O bom de ter uma amiga que casou há menos de 01 ano na mesma cidade onde será realizado o seu, e que tem várias amigas que também se casaram lá nos últimos tempos, é que você logo descobre o in e out da cidade.
Até porque Campo Grande não oferece tantas opções quanto os grandes centros. Assim, é fácil saber o must to have em decoração, fotógrafo, cerimonialista... o que se deve trazer de fora, quantidade de bebidas e tudo mais.
A noiva da foto é a Rê, minha amiga, e todas na foto fazem parte da Turma do Tereré (estão faltando várias), um grupo de amigas-irmãs, que se conheceram em Campo Grande, e hoje se espalharam pelo Brasil, tem menina no Rio, algumas aqui em SP, tem gente até em Sonora. Não sabe onde fica??? Procura!!!
Todo final de ano tem um amigo-oculto mais do que esperado. No grupo tem uma mãe, 02 casadas, e agora... a próxima devo ser eu, isso se ninguém casar antes de mim... mas eu acho que ano que vem sairão vários casórios.
O duro de ter uma turma assim é quebrar a cabeça de quantos casais serão padrinhos. Por mim, todos meus convidados seriam padrinhos...rs... Quero que todo mundo se sinta muito especial no dia.

Bridezilla - To be or not to be - NOT!!!!


Logo começamos a buscar informações sobre como planejar um casamento.

Na internet há muita coisa interessante, como as ótimas dicas da Constance Borges - o site dela é uma inspiração.

Também encontrei vários blogs de noivas, contando todos os percalços, etc... mas, não achei nada de Campo Grande, não encontrei com quem compartilhar considerações sobre os buffets, decoração, e tudo mais.

Na minha opinião, as cariocas (Carol, Gabilly, Kelry, entre tantas outras) são as mais antenadas, as que mais escrevem... se meu casamento fosse no Rio eu já saberia onde gostaria de fazer a festa, onde comprar os doces, os ateliers que visitaria... mas, eu caso mesmo é no Mato Grosso do Sul.

Toda noiva tem dúvidas quanto às questões relacionadas ao dia "D", mas minha maior preocupação é em não transformar a festa em uma obsessão e um momento de angústia.
Não quero passar o resto da vida lembrando da minha "fase noiva" como um período de caos.
Para aumentar ainda mais minhas preocupações, passei a assistir um reality da Discovery Home & Health chamado Noivas Neuróticas, e a tomar conhecimento de vários casos das famosas bridezillas.
Você não sabe o que é uma bridezilla? Também chamada de noivazilla, é a mulher que após se tornar noiva, resolve que terá o melhor casamento "do século", "do ano", ou sei lá... do "sistema solar", e passa por cima de tudo e de todos (inclusive do noivo) para conseguir a cerimônia do seu jeito.
Tá, cada vez que eu vejo uma mulher assim, ou assisto algo assim, eu penso: "E o cara ainda vai casar com essa louca?!?"
Todo mundo conhece história de alguma bridezilla, e, eu, definitivamente, não pretendo me tornar uma.
Quanto ao programa da Discovery, tenho de dizer que é bom, entretanto, mostra muita coisa 90's, e também noivas que não contam com uma organizadora nem mesmo uma cerimonialista (sabia que há diferença?), ou então, muda para um casal que resolve gastar 500 mil dólares em um casamento que dura 3 dias, em uma ilha... nada parecido com nossos planos.

Assim, para esclarecer minhas dúvidas, eu conto com uma grande amiga, que mora em Campo Grande, casou-se em abril do ano passado e é super antenada.
Tornou-se minha "guru" de questões relativas à organização de casamento.

No meu trabalho também tenho uma colega que casou ano passado (e também no MS, legal né), e passei a ganhar altas dicas do que dá pra comprar em Sampa e levar pra lá, além de revistas e mais revistas.

The Ring


Desde o começo decidimos que eu usaria um solitário e a troca de alianças seria na igreja.
Quando você pensa em solitário... você pensa na Tiffany & Co.
Sim, é de encher os olhos, um solitário mais lindo do que o outro... mas, eu moro em São Paulo, não ando de carro blindado, não tenho um segurança 24hs, meu noivo não tem um sobrenome como Safra... muito menos eu, assim, a escolha foi realista.
Um anel bonito, com uma pedra bonita, que não me tornasse uma vítima em potencial ou me obrigasse a viver de sunglasses, muito menos comprometesse nossas finanças... mas algo que, eu, todo dia, ao olhar lembrasse da razão de estar usando, e que ele, com certeza saberia a razão de eu ter aquele anel no meu dedo.
Assim, na mesma cidade onde casaremos, nós achamos nosso anel, em plenas férias de final de ano, em uma joalheria tão bonitinha, que eu nem lembrava que tinha no Shopping Campo Grande, a Lívari.
E o anel foi apenas o começo...

Família


Estamos juntos há quase 3 anos, inseparáveis, companheiros, e tudo mais... somos muito felizes assim.

Eu morava em Curitiba, mas sempre vinha a São Paulo, em uma dessas nos conhecemos. Ele foi ao Paraná atrás de mim. Assim começou nossa família, e já arranjamos um bebê... um bulldog inglês, Johnnie Walker, branco, gordinho, fofinho, que como o whisky se tornou forte e encorpado. E juntos voltamos para São Paulo.

Juntos somos os Três Companheiros, ou um casal e seu guardião, ou ainda, como dizem meus irmãos, um reinado... com um reizinho e seus súditos....

Mas, como assistimos GNT e ele se comporta muito bem.... formamos uma família normal e feliz.

Sinceramente, a idéia do casamento surgiu há muito tempo, mas, sempre achávamos que antes tinhamos muito a conquistar, que "casar" custa caro, etc...
Desde que chegamos aqui, a idéia do casamento começou a tomar sua forma, e, no final do ano, oficializamos.
Nada de festa de noivado, ele conversou com meus pais (parece antiquado mas é tão bonitinho... e ele tremia tanto... o que faz você perceber a importância deste momento), brindamos (porque nós e meus pais adoramos brindar... haja espumante, prosecco, champagne), e eu ganhei um anel.

terça-feira, 22 de abril de 2008

O Rito


Obviamente, você não precisa passar por tudo isso para se sentir casada, afinal, casamento é dia-a-dia, é a realização do "na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença", com certeza "estar casada" é a melhor coisa quando com a pessoa certa.

Você não precisa ter sonhado com esse momento alguma vez na vida, mas, na hora que decidir levar esse “plano” a diante, vai sentir o peso da responsabilidade.
Eu nunca fantasiei sobre vestido de noiva, casamento, igreja, festa, bolo, etc..., nunca me vi casada, mas, no momento em que senti “o que se chama amor” (pausa para me livrar do momento Alexandre Pires), veio à tona o desejo de celebrar, de passar pelo rito da transição solteira/casada, de formalizar a benção (porque acima de tudo Deus abençoa sempre e não só quem casa na igreja), de desejar ser “feliz para sempre” e viver o “meu momento cinderela”.

E assim começa nossa história...

Porque realizar um casamento é para ser algo fabuloso, um momento especial, e o chamado "peso da responsabilidade" é descobrir que por mais que você queira algo simples, íntimo... preparar tudo isso não é nada fácil.

A Decisão

Casamento é a junção de tudo que levou você a se entregar de corpo, alma e coração ao outro.

É a benção de Deus.

É o momento de celebrar.

É festa... reunião da família... encontro de amigos... sonho virando realidade... enfim, tudo o que há de melhor.

Não tenho dúvida que os pais sonham com este momento, mesmo os mais modernos.

Eu, por exemplo, não fui “criada pra casar”.

As preocupações dos meus pais sempre foram: gravidez na adolescência (saca Juno?), casamento ainda muito nova (para eles: nova = recém-formada), não conseguir vencer profissionalmente.

Ai, seguindo Julius Caesar (o imperador, não o pai da salada), no melhor estilo veni, vidi, vici (nem preciso dizer ? Joga no google é mais do que velho), vivo um momento no melhor sentido: que coisa linda é casar!

E hoje os tempos são outros, ninguém mais fica pra titia, ao contrário, hoje você casa quando quer, se quiser, com quem quiser... cada um na sua.
Assim, mais do que óbvio, eu aceitei o pedido feito e decidimos casar