
Olá!
Estou há um bom tempo sem escrever... viagens profissionais, muito trabalho, uma gripe que não queria ir embora... mas não deixei de visitar todos os meus blogs e sites favoritos.
Vou atualizá-las contando do que aconteceu no começo do mês, quando minha amiga-guru Renatinha esteve em São Paulo.
Em uma semana fria, combinamos um jantar da mulherada da "Turma do Tereré" que estava em SP. Já que a Rê estava hospedada na casa de Jud's, marcamos um encontro em um bistrô na Vila Madalena, bem próximo a casa da nossa amiga (pra minha sorte devido aos acontecimentos).
Em semana de estréia do mais aguardado filme... Sex and the City, eu me inspirei, coloquei meu trench coat, e fui direto do trabalho, no melhor estilo Angélica (by taxi), parti de Moema direto para Vila Madá. Mandei uma mensagem pelo celular, informando que já estava a caminho, pois, estava em cima do horário combinado.
Assim, linda, leve e solta, entrei direto no Lola Bistro, afinal, nunca tive problemas em chegar sozinha em nenhum lugar, etc...
Bom, entrei e não encontrei nenhuma das minhas amigas...
No problem, elas estão atrasadas e o bar é meu lugar. Sentei, pedi uma taça de espumante, tirei o casaco, acendi um Marbolro e acionei o celular...
Sim, a própria mulher bem resolvida, aguardando as amigas.
Enquanto tentava encontrar alguém pelo telefone, reparei no local. Um charme, perfeito para um bate-papo com amigas ou curtir um jantar romântico. Era uma terça, estava frio, e as mesas estavam ocupadas por casais, grupo de amigas, um chefe com vários funcionários (parecia um advogado senior e seus pupilos e pupilas)... e só. Portanto, não me senti deslocada, no melhor estilo "Mulher solteira procura", pois não tinha nada a encontrar ali. Talvez, em um local de azaração, eu me sentisse incomodada.
E nada das amigas aparecerem, os celulares TODOS desligados... comecei a pensar se estava no local certo. Segundo o maitre era sim, apesar de não haver reserva em nome de nenhuma amiga... só do Túlio. Não, o tal Túlio não era meu amigo e nem estaria entre minhas amigas... Sei lá porque ele insistia em me dar a mesa do rapaz.
A única que estava com o cel ligado era a Ju Campos - também da Turma do Tereré e noiva, que mora no bairro, mas... que não iria ao encontro.
E eu lá, morrendo de fome e começando a me perturbar com a idéia de pegar um taxi de volta ao Klabin. Bom, o combinado era o MP encontrar com os amigos e depois me buscar.
Afastei a idéia de mudar os planos e fazer ele ir me resgatar, primeiro porque era muito looser da minha parte e eu queria muito encontrar a mulherada.
E o tempo passando... e dá-lhe espumante, Marlboro e o maitre me olhando com cara de dó... tipo... foi abandonada pelas amigas... eu fiz a egípicia enquanto pensava o que tinha acontecido com as 04 amigas. Quem me salvou foi Ju Campos, pois acho que eu ficaria lá até alguém ligar o celular, ou chegar em casa (os tels fixos também não atendiam) ou o MP chegar... ficaria bebendo... porque em um bistrô não tem o que ficar olhando, só casais, amigas... eu pareceria alguma psicótica, pois só sobra o garçon pra conversar.
Bom, como a casa de Jud's era a uma quadra dali, Ju Campos sugeriu que nos encontrássemos, pra ver se estavam lá, e dali eu iria com ela e o namorido para um outro bar, na Vila Madá mesmo.
Você pode estar dizendo: Que louca! Quando não achou ninguém no bar, que fosse direto pra lá.
Oi, te dou uma: é melhor ficar sozinha em um com uma taça na mão, do que na portaria de um prédio. Pois, eu tinha certeza que elas não estariam lá.
O momento Encontro e Desencontros: no fundo, a culpa toda é da Apple, que não deixa que o iPhone seja um aparelho desbloqueado, proibindo as pessoas que não moram nos Estados Unidos a usarem normalmente e através de qualquer operadora. É isso que dá desbloqueio de muambeiro... estraga o aparelho... no caso o iPhone da Clau.
Resumo: Renatinha e Cíntia estavam com o carro da Jud's (pra poderem cumprir a saga frenética de compras de qualquer campograndense em solo paulistano), e pegaram um mega congestionamento para ir buscá-la no trabalho. Avisaram Clau, que ficou de falar comigo e CONFIMAR (veja bem) se iríamos mesmo jantar. Os cels delas acabaram a bateria, e como essa mulherada tem medo de abrir o vidro do carro e comprar carregador veicular de ambulante de farol (é pra momentos como esse que eles servem), seguiram leves e soltas no caótico trânsito daqui... enquanto a amiga pirava no bistrô. Já o tal iPhone resolveu se revoltar contra a telefonia brasileira e não receber nem fazer ligação, enquanto a Clau congelava na portaria do prédio da Juds... poucos metros de onde eu estava. Bom, entre beber sozinha e fazer companhia ao porteiro... eu prefiro ficar onde eu estava.
Clau desistiu antes de mim, acabou não encontrando comigo e Ju Campos na porta, e enquanto pensávamos no fim que nossas amigas tinham levado, as outras chegaram. No final, ao invés do bistrô, ficamos na casa da Juds mesmo, tomando cerveja e falando de tudo ao mesmo tempo: casamento, festas, viagens, compras e tudo mais. Muito mais gostoso mesmo, matei saudades. Clau,você fez falta!

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