sexta-feira, 27 de junho de 2008

Sex and the City



Eu esperei chegar ao final do mês para tecer meus comentários sobre Sex and the City - O Filme.


Tem gente que não aguenta mais ler sobre o filme, até porque Sarah Jessica Parker invadiu a capa da maioria das revistas.


Entretanto, como fã da série e também do filme, não poderia deixar de dar minha opinião.

Além disso, estou sendo boazinha, pois, acho que já deu tempo para todo mundo assistir.

Pois, se você ainda não assistiu, também não vai se incomodar seu eu falar algo há mais. Na boa, se até agora não viu é porque não é tão fã das New York girls.

O filme é muito fofo, cheio de referências consumistas, etc... mas, fala de amor, de que nem sempre tudo é um "mar de rosas", da importância de um ombro amigo, do poder do perdão... ai, estou começando a ficar brega... vou terminar falando sobre o 2 Filhos de Francisco.

Continuando, muito me chamou a atenção a abordagem da questão "festa de casamento".

Os noivos mais badalados de Manhattan primeiro imaginaram uma comemoração íntima, para 75 pessoas, mas que acaba se tornando algo "pomposo", digno da Page Six, com uma festa para 200 convidados!!! Olha a diferença das festas brasileiras, foi a primeira coisa que o MP notou, afinal, aqui uma festa para esse número de convidados é considerada pequena, não íntima, mas nada grandioso.

Sim, Mr. Big, ou John, como acabamos por descobrir, queria Carrie, e queria fazê-la feliz e deixou ela livre para planejar o casamento, mas não gostou nada ao saber que seria uma big party.

Vejo muitas noivas planejando casamento com quase nenhuma participação do noivo... sinceramente, acho perigoso. Nada que leve o seu par a abandoná-la no grande dia, mas é preciso lembrar que casamento envolve mais de uma pessoa... não é a sua festa de 15 anos. É preciso que haja a participação dele, tudo bem que alguns não se sentem a vontade em conversar sobre a decoração do salão, etc... mas, pelo menos na decisão da lua-de-mel deve existir um palpite. Acho muito triste, a noiva decidir e pagar (sozinha) a lua-de-mel em Los Cabos.
Dica: o destino mexicano escolhido por Carrie, também é desejado por muito casais descolados mundo a fora, apesar de não se muito conhecido dos brasieleiro. Não é o primeiro filme em que vejo o local como locação romântica.
E os vestidos!!!!! Amei o ensaio da Vogue, todos os vestidos são lindo. E sim, eu gostei do Vivianne Westwood, que ela escolheu. Se você ainda não sabe... tafetá voltou com tudo! Não, que esteja entre meus tecidos preferidos, mas não há dúvidas que o vestido é lindo e que a tornou uma noiva única. Apesar disso, assim como a Miranda eu não tinha entendido que aquele arranjo na cabeça não eram penas e sim um pássaro. Um pouco demais... mas é o something blue, que tradicionalmente é usado pelas noivas americanas (assim como something old, something new and something borrowed).

E madrinha de preto!!! Tudo bem, em casamento americano não se usa pajens, casais de padrinhos, etc... como os brasileiros... mas foi legal mostrar que uma amiga vestida de preto no "seu grande dia" não significa que ela está triste com isso.

Agora, a filha da Charlotte a Lilly usou uma bolsinha, que se eu tivesse uma filha, eu também gostaria que ela usasse numa grande festa.. tudo bem que a cupcake coberta de Swarowski custa 4,2 mil dólares. Mas é um mimo!!!

Ah!!! E eu tive uma idéia para lembrança das madrinhas, que foi super aprovada pelo MP! Agora é buscar por em prática.

De qualquer forma, vale a pena assistir o filme e relembrar que o amor vale a pena sempre! E que festa de casamento boa é aquela em que você está cercada pelos amigos, mesmo que a comemoração seja um simples jantar com menos de 10 pessoas.

E muito importante: festa de casamento íntima, para pouquíssimos convidados está super na moda e mais chique impossível... Veja a "chefe" das It Girls...

sábado, 21 de junho de 2008

Encontros e Desencontros


Olá!

Estou há um bom tempo sem escrever... viagens profissionais, muito trabalho, uma gripe que não queria ir embora... mas não deixei de visitar todos os meus blogs e sites favoritos.

Vou atualizá-las contando do que aconteceu no começo do mês, quando minha amiga-guru Renatinha esteve em São Paulo.

Em uma semana fria, combinamos um jantar da mulherada da "Turma do Tereré" que estava em SP. Já que a Rê estava hospedada na casa de Jud's, marcamos um encontro em um bistrô na Vila Madalena, bem próximo a casa da nossa amiga (pra minha sorte devido aos acontecimentos).

Em semana de estréia do mais aguardado filme... Sex and the City, eu me inspirei, coloquei meu trench coat, e fui direto do trabalho, no melhor estilo Angélica (by taxi), parti de Moema direto para Vila Madá. Mandei uma mensagem pelo celular, informando que já estava a caminho, pois, estava em cima do horário combinado.

Assim, linda, leve e solta, entrei direto no Lola Bistro, afinal, nunca tive problemas em chegar sozinha em nenhum lugar, etc...

Bom, entrei e não encontrei nenhuma das minhas amigas...

No problem, elas estão atrasadas e o bar é meu lugar. Sentei, pedi uma taça de espumante, tirei o casaco, acendi um Marbolro e acionei o celular...

Sim, a própria mulher bem resolvida, aguardando as amigas.

Enquanto tentava encontrar alguém pelo telefone, reparei no local. Um charme, perfeito para um bate-papo com amigas ou curtir um jantar romântico. Era uma terça, estava frio, e as mesas estavam ocupadas por casais, grupo de amigas, um chefe com vários funcionários (parecia um advogado senior e seus pupilos e pupilas)... e só. Portanto, não me senti deslocada, no melhor estilo "Mulher solteira procura", pois não tinha nada a encontrar ali. Talvez, em um local de azaração, eu me sentisse incomodada.

E nada das amigas aparecerem, os celulares TODOS desligados... comecei a pensar se estava no local certo. Segundo o maitre era sim, apesar de não haver reserva em nome de nenhuma amiga... só do Túlio. Não, o tal Túlio não era meu amigo e nem estaria entre minhas amigas... Sei lá porque ele insistia em me dar a mesa do rapaz.

A única que estava com o cel ligado era a Ju Campos - também da Turma do Tereré e noiva, que mora no bairro, mas... que não iria ao encontro.

E eu lá, morrendo de fome e começando a me perturbar com a idéia de pegar um taxi de volta ao Klabin. Bom, o combinado era o MP encontrar com os amigos e depois me buscar.

Afastei a idéia de mudar os planos e fazer ele ir me resgatar, primeiro porque era muito looser da minha parte e eu queria muito encontrar a mulherada.

E o tempo passando... e dá-lhe espumante, Marlboro e o maitre me olhando com cara de dó... tipo... foi abandonada pelas amigas... eu fiz a egípicia enquanto pensava o que tinha acontecido com as 04 amigas. Quem me salvou foi Ju Campos, pois acho que eu ficaria lá até alguém ligar o celular, ou chegar em casa (os tels fixos também não atendiam) ou o MP chegar... ficaria bebendo... porque em um bistrô não tem o que ficar olhando, só casais, amigas... eu pareceria alguma psicótica, pois só sobra o garçon pra conversar.

Bom, como a casa de Jud's era a uma quadra dali, Ju Campos sugeriu que nos encontrássemos, pra ver se estavam lá, e dali eu iria com ela e o namorido para um outro bar, na Vila Madá mesmo.

Você pode estar dizendo: Que louca! Quando não achou ninguém no bar, que fosse direto pra lá.

Oi, te dou uma: é melhor ficar sozinha em um com uma taça na mão, do que na portaria de um prédio. Pois, eu tinha certeza que elas não estariam lá.

O momento Encontro e Desencontros: no fundo, a culpa toda é da Apple, que não deixa que o iPhone seja um aparelho desbloqueado, proibindo as pessoas que não moram nos Estados Unidos a usarem normalmente e através de qualquer operadora. É isso que dá desbloqueio de muambeiro... estraga o aparelho... no caso o iPhone da Clau.

Resumo: Renatinha e Cíntia estavam com o carro da Jud's (pra poderem cumprir a saga frenética de compras de qualquer campograndense em solo paulistano), e pegaram um mega congestionamento para ir buscá-la no trabalho. Avisaram Clau, que ficou de falar comigo e CONFIMAR (veja bem) se iríamos mesmo jantar. Os cels delas acabaram a bateria, e como essa mulherada tem medo de abrir o vidro do carro e comprar carregador veicular de ambulante de farol (é pra momentos como esse que eles servem), seguiram leves e soltas no caótico trânsito daqui... enquanto a amiga pirava no bistrô. Já o tal iPhone resolveu se revoltar contra a telefonia brasileira e não receber nem fazer ligação, enquanto a Clau congelava na portaria do prédio da Juds... poucos metros de onde eu estava. Bom, entre beber sozinha e fazer companhia ao porteiro... eu prefiro ficar onde eu estava.

Clau desistiu antes de mim, acabou não encontrando comigo e Ju Campos na porta, e enquanto pensávamos no fim que nossas amigas tinham levado, as outras chegaram. No final, ao invés do bistrô, ficamos na casa da Juds mesmo, tomando cerveja e falando de tudo ao mesmo tempo: casamento, festas, viagens, compras e tudo mais. Muito mais gostoso mesmo, matei saudades. Clau,você fez falta!