
Não me imaginava vestida de noiva e só fui cuidar desse item no dia 18 de março deste ano.
Porém, desde que marcamos o casamento, eu passei a ser uma consumidora voraz de revistas sobre assunto, além de leitora de blogs e sites.
Também fiz uma pasta em que guardei todas as referências do que gostava: rendas, decotes, mangas, laços, véus...
Devido à incompatibilidade de peso, eu resolvi que só começaria a procura no início deste ano, e, como a presença da minha mãe era imprescindível, e este ano, ela só veio para o meu aniversário... a busca ficou pra março.
Assim decidi pelo “primeiro aluguel”, afinal faltavam apenas exatos 43 dias para o casamento, e seria arriscado confeccionar um modelo neste curto espaço de tempo, além disso, eu sempre me perguntava: E depois, faço o quê com o vestido? Guardo para quando eu tiver uma filha e ela for casar? Faço cortina?
Portanto, defini que só optaria por um modelo exclusivo, caso eu não encontrasse nada que me encantasse... porque não bastava agradar.
Afinal, o vestido de noiva é algo muito importante, você não pode apenas se olhar e se achar “bonitinha” ou pensar “é, ficou legal”...
É muita falta de auto estima... com esse vestido, você realmente tem de se sentir deslumbrante, radiante, que está o máximo!
Justamente na primeira loja que visitamos, a Nova Noiva da Avenida Rebouças, eu encontrei o meu vestido.
Se você é noiva e já foi lá, sabe como funciona, se você ainda pretende se casar, é interessante saber, e se casou e nem passou por lá, é bom pra saber o que perdeu.
A primeira a lhe atender é uma vendedora - no meu caso a Verônica - que a encaminha ao figurinista, o meu foi o Paulinho.
E assim se inicia uma conversa...
Não sei quem gosta mais de falar: eu, minha mãe ou ele.
Durante um bom tempo, conversamos sobre tudo, da cerimônia religiosa, da festa, convidados, clima, de mim, do noivo, da nossa história, de moda em geral e do que eu esperava do vestido.
E desandei a falar das rendas, decotes, alças, o que eu não queria...
Eu decidi que não usaria tomara que caia.
Porém, desde que marcamos o casamento, eu passei a ser uma consumidora voraz de revistas sobre assunto, além de leitora de blogs e sites.
Também fiz uma pasta em que guardei todas as referências do que gostava: rendas, decotes, mangas, laços, véus...
Devido à incompatibilidade de peso, eu resolvi que só começaria a procura no início deste ano, e, como a presença da minha mãe era imprescindível, e este ano, ela só veio para o meu aniversário... a busca ficou pra março.
Assim decidi pelo “primeiro aluguel”, afinal faltavam apenas exatos 43 dias para o casamento, e seria arriscado confeccionar um modelo neste curto espaço de tempo, além disso, eu sempre me perguntava: E depois, faço o quê com o vestido? Guardo para quando eu tiver uma filha e ela for casar? Faço cortina?
Portanto, defini que só optaria por um modelo exclusivo, caso eu não encontrasse nada que me encantasse... porque não bastava agradar.
Afinal, o vestido de noiva é algo muito importante, você não pode apenas se olhar e se achar “bonitinha” ou pensar “é, ficou legal”...
É muita falta de auto estima... com esse vestido, você realmente tem de se sentir deslumbrante, radiante, que está o máximo!
Justamente na primeira loja que visitamos, a Nova Noiva da Avenida Rebouças, eu encontrei o meu vestido.
Se você é noiva e já foi lá, sabe como funciona, se você ainda pretende se casar, é interessante saber, e se casou e nem passou por lá, é bom pra saber o que perdeu.
A primeira a lhe atender é uma vendedora - no meu caso a Verônica - que a encaminha ao figurinista, o meu foi o Paulinho.
E assim se inicia uma conversa...
Não sei quem gosta mais de falar: eu, minha mãe ou ele.
Durante um bom tempo, conversamos sobre tudo, da cerimônia religiosa, da festa, convidados, clima, de mim, do noivo, da nossa história, de moda em geral e do que eu esperava do vestido.
E desandei a falar das rendas, decotes, alças, o que eu não queria...
Eu decidi que não usaria tomara que caia.
Nada contra, mas resolvi que queria algo um pouco diferente.
Passada essa fase, nós nos dirigimos a uma das “salas de noiva”, na qual ele escolheu alguns modelos que estavam de acordo com o que eu disse desejar. Eles tem inúmeros modelos para experimentar.
O interessante é que até então, ele não me mostrou nenhum catálogo ou fotos, baseou-se no que eu disse, além das características físicas.
Não posso negar, experimentei um vestido mais lindo do que o outro, e sempre com muita produção, pois, apesar de não ser hair designer, Paulinho faz loucuras com uns grampinhos! E dá-lhe vários modelitos de buquês, joga luz, bota véu, vira, faz pose... e eu estava lá, brincando de noivinha.
Até que ele perguntou se eu poderia provar um vestido que ele acreditava combinar comigo, apesar de não ser do estilo que estava buscando.
Experimentei, e ai foi a hora do clique.
Pode parecer clichê, mas, quando você coloca O vestido, lá dentro você sente que é com aquele que deseja casar.
Para tirar toda e qualquer dúvida, ele ainda me fez experimentar os modelos mais diferentes possíveis, inclusive tomara que caia e saia bufante, para eu ter certeza do que queria.
Experimentei outros mais, mas o vestido era aquele.
O engraçado era que depois fui verificar que o vestido tem todas aquelas referências que eu tanto busquei...
Ou seja, acima de tudo, o profissional que lhe atende deve saber entender o que você busca, ouvi-la em primeiro lugar.
E isso não é para qualquer um, é preciso estudo, vivência, pra poder lhe proporcionar isso.
Uma coisa que percebi, desde que comecei essa vida de “noiva” é que, muitas vezes o profissional tenta impor o próprio desejo, sem prestar atenção em você. Eu e minha mãe fugimos de todos que eram assim, talvez por isso, adoramos quando encontramos profissionais que sabem entender o cliente.
Você pode achar bobagem, mas vire noiva, comece a pesquisar produtos e serviços e entenderá o que eu digo.
Claro que o preço também precisa estar dentro do que você pode gastar. O que eu escolhi tem um preço justo dentro daquilo que oferece. E pelo preço incluíram o véu.
O interessante é que existem as faixas de preço, e antes de subir a faixa, eles lhe avisam, assim, você não precisa experimentar algo que está fora das suas condições.
Posso dizer que sou sortuda, cheguei até a olhar uns dois mais caros, mas nem experimentei, porque não precisava. E o legal é que ninguém ficou tentando me convencer a “aumentar” a faixa de preços.
Agora, vestido bonito, ambientes sofisticados e gente sorridente você pode encontrar em vários lugares, entretanto, como já disse, no final, o que importa é: qualidade dos materiais e profissionalismo.
Eu não vou ficar aqui falando de outras lojas, experiências terríveis que amigas minhas passaram, mas posso falar da loja que já me entregou me vestido.
Tanto para mim quanto para minha mãe, a forma do atendimento foi determinante.
No caso, você tem uma equipe que lhe atende, de forma bem especial. No meu caso, a Alice - gerente, a Sandra – financeiro, a Creuza – a MINHA costureira, a Verônica e o Paulinho.
Algumas lojas gastam em publicidade, mas você não precisa nem entrar, ao passar em frente a loja já descobre que o produto não condiz com o anunciado. O próprio MP várias vezes se surpreendeu quando viu qual era a loja do bonito anúncio da revista...rs..
Passada essa fase, nós nos dirigimos a uma das “salas de noiva”, na qual ele escolheu alguns modelos que estavam de acordo com o que eu disse desejar. Eles tem inúmeros modelos para experimentar.
O interessante é que até então, ele não me mostrou nenhum catálogo ou fotos, baseou-se no que eu disse, além das características físicas.
Não posso negar, experimentei um vestido mais lindo do que o outro, e sempre com muita produção, pois, apesar de não ser hair designer, Paulinho faz loucuras com uns grampinhos! E dá-lhe vários modelitos de buquês, joga luz, bota véu, vira, faz pose... e eu estava lá, brincando de noivinha.
Até que ele perguntou se eu poderia provar um vestido que ele acreditava combinar comigo, apesar de não ser do estilo que estava buscando.
Experimentei, e ai foi a hora do clique.
Pode parecer clichê, mas, quando você coloca O vestido, lá dentro você sente que é com aquele que deseja casar.
Para tirar toda e qualquer dúvida, ele ainda me fez experimentar os modelos mais diferentes possíveis, inclusive tomara que caia e saia bufante, para eu ter certeza do que queria.
Experimentei outros mais, mas o vestido era aquele.
O engraçado era que depois fui verificar que o vestido tem todas aquelas referências que eu tanto busquei...
Ou seja, acima de tudo, o profissional que lhe atende deve saber entender o que você busca, ouvi-la em primeiro lugar.
E isso não é para qualquer um, é preciso estudo, vivência, pra poder lhe proporcionar isso.
Uma coisa que percebi, desde que comecei essa vida de “noiva” é que, muitas vezes o profissional tenta impor o próprio desejo, sem prestar atenção em você. Eu e minha mãe fugimos de todos que eram assim, talvez por isso, adoramos quando encontramos profissionais que sabem entender o cliente.
Você pode achar bobagem, mas vire noiva, comece a pesquisar produtos e serviços e entenderá o que eu digo.
Claro que o preço também precisa estar dentro do que você pode gastar. O que eu escolhi tem um preço justo dentro daquilo que oferece. E pelo preço incluíram o véu.
O interessante é que existem as faixas de preço, e antes de subir a faixa, eles lhe avisam, assim, você não precisa experimentar algo que está fora das suas condições.
Posso dizer que sou sortuda, cheguei até a olhar uns dois mais caros, mas nem experimentei, porque não precisava. E o legal é que ninguém ficou tentando me convencer a “aumentar” a faixa de preços.
Agora, vestido bonito, ambientes sofisticados e gente sorridente você pode encontrar em vários lugares, entretanto, como já disse, no final, o que importa é: qualidade dos materiais e profissionalismo.
Eu não vou ficar aqui falando de outras lojas, experiências terríveis que amigas minhas passaram, mas posso falar da loja que já me entregou me vestido.
Tanto para mim quanto para minha mãe, a forma do atendimento foi determinante.
No caso, você tem uma equipe que lhe atende, de forma bem especial. No meu caso, a Alice - gerente, a Sandra – financeiro, a Creuza – a MINHA costureira, a Verônica e o Paulinho.
Algumas lojas gastam em publicidade, mas você não precisa nem entrar, ao passar em frente a loja já descobre que o produto não condiz com o anunciado. O próprio MP várias vezes se surpreendeu quando viu qual era a loja do bonito anúncio da revista...rs..
Lá o anúncio é bonito e a loja tem conteúdo.
Não tenho do que reclamar, fiz três provas, em nenhuma das vezes eu me decepcionei, ou mesmo fiquei em dúvida quanto a minha escolha, a cada visita, saía mais certa da minha decisão.
E além disso, o Paulinho é ótimo para dar dicas quentíssimas, seja do Jardins, ZéPa, da loja de tecidos... e ainda ganhei o croqui da roupa das daminhas, justamente como eu imaginava...
O engraçado de tudo isso é que eu achei o meu vestido justamente na loja que o MP sempre me falava para ir.
Como trabalho em Moema, volta e meia passo na frente da loja Nova Noiva da Avenida Indianópolis, e toda vez, o MP me dizia que eu devia ver meu vestido lá... acabei indo na da Rebouças e não é que encontrei?!
Ah... a surpresa...ao embarcar pra Campo Grande, eu me minha super caixa (agora sei reconhecer noivas e seus vestidos em aeroportos), resolvi comprar a minha última revista de noivas... abro e na primeira página o que está? O meu vestido! Rs... é engraçado olhar e dizer: vou casar com este! Até porque devido “a modelo” e aos acessórios, fica diferente... mas eu fiquei feliz, vou guardar essa com carinho.
Não tenho do que reclamar, fiz três provas, em nenhuma das vezes eu me decepcionei, ou mesmo fiquei em dúvida quanto a minha escolha, a cada visita, saía mais certa da minha decisão.
E além disso, o Paulinho é ótimo para dar dicas quentíssimas, seja do Jardins, ZéPa, da loja de tecidos... e ainda ganhei o croqui da roupa das daminhas, justamente como eu imaginava...
O engraçado de tudo isso é que eu achei o meu vestido justamente na loja que o MP sempre me falava para ir.
Como trabalho em Moema, volta e meia passo na frente da loja Nova Noiva da Avenida Indianópolis, e toda vez, o MP me dizia que eu devia ver meu vestido lá... acabei indo na da Rebouças e não é que encontrei?!
Ah... a surpresa...ao embarcar pra Campo Grande, eu me minha super caixa (agora sei reconhecer noivas e seus vestidos em aeroportos), resolvi comprar a minha última revista de noivas... abro e na primeira página o que está? O meu vestido! Rs... é engraçado olhar e dizer: vou casar com este! Até porque devido “a modelo” e aos acessórios, fica diferente... mas eu fiquei feliz, vou guardar essa com carinho.

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